Ensinando arte plástica

A Terapeuta e Artista plástica voluntária Euza Beloti ensinando aos detentos participantes do Projeto Iluminar, novas técnicas de pintura, em peças de cerâmicas produzidas na Acuda. Fonte: ONG ACUDA


Leia mais

Oficinas de carros e de motos da Acuda

Foto das Oficinas de carros e de motos da Acuda adquirida através do patrocínio do Governo do Estado de Rondônia - SEJUS - Secretaria de Estado de Justiça. Esta aberta...


Leia mais
12

Mensagem do Presidente

A ACUDA  acredita que o Mundo não precisa de muito mais invenções para solucionar os seus problemas atuais, e sim que coloquemos mais Compaixão e Amor nas que já foram criadas, e fazer uma maior socialização destes  processos, permitindo que mais pessoas possam ter  acesso a elas, principalmente  nos presídios, que ficam a uma margem extrema de toda e qualquer sociedade, gerando um "bolsão de miséria intelecto moral" por falta de conhecimento e espiritualidade.

Localização

 Oportunizar aos detentos o conhecimento sobre si mesmo, podendo ter novas formas de agir e decidir sobre seu destino.
 Ressocialização Terapêutica de Presos.


Últimas Notícias

Projeto de Rondônia "Reabilitando pela Arte" vence Prêmio Boas Práticas

O projeto "Reabilitando pela arte: cultura de paz pela não-violência", iniciativa da Associação Cultural e de Desenvolvimento do Apenado e Egresso (Acuda), ganhou a segunda edição do Prêmio de Boas Práticas em Política Criminal e Penitenciária, promovido pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária do Ministério da Justiça. O resultado foi divulgado na última sexta-feira (29/11).

 

Por meio do teatro, o "Reabilitando pela Arte" já auxiliou na reabilitação de mais de 500 presos. Com 13 anos de existência e duas peças teatrais de sucesso - 'Bizarrus' e 'O Topo do Mundo' - a ACUDA ainda conta com projetos que envolvem trabalhos terapêuticos com resgate dos valores humanos como massoterapia, meditação, terapia "reiki" e gestalt, além de cursos de artesanato, culinária, cerâmica, etc. "Projetos voltados para o autoconhecimento", afirma Luiz Marques, presidente da Acuda. Há planos para novos projetos e ampliação na estrutura física da Acuda para o ano de 2014, segundo Marques. "Esse prêmio é um reconhecimento que a obra é fruto de muito amor e se deve a muitas pessoas, como nossos parceiros Vep, Vepema, Sejus, TJRO e Sest-Senat", conta.

Para o diretor e responsável pelas duas peças há 17 anos, Marcelo Felice, o principal elemento de sucesso do projeto é o conteúdo. "O conteúdo é a coluna vertebral do projeto em nível de direitos humanos. O trabalho de consciência e autoresponsabilidade é o norte. O teatro, a técnica vocal, etc são as ferramentas. O espetáculo é a isca", explica Felice. Segundo ele, os planos para o futuro é se dedicar ao "O Topo do Mundo", que estreou em agosto. "Vamos dar sequência à peça, trabalhar no amadurecimento do projeto e dos atores".

O Tribunal de Justiça de Rondônia é um dos grandes entusiastas e parceiro da Acuda. Para inscrever o projeto "Reabilitando pela Arte", o presidente do Conselho da Comunidade em Porto Velho, Risomar Braga, utilizou o material gráfico, matérias e documentário produzido pelo TJRO.

Aliás, o documentário "Bizarrus", sobre a primeira peça produzida pelo projeto, foi ganhador do prêmio nacional Comunicação e Justiça, concedido pelo Fórum Nacional de comunicadores do Poder Judiciário em 2011. Em 2013, a coordenadoria de Comunicação do TJRO também foi vencedora do prêmio com o projeto "Comunicação na Execução Penal", no qual estão incluídas as ações de divulgação do "Reabilitando pela arte".

Além disso, a Vara de Execuções e Contravenções Penais (Vep) e Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas (Vepema) são importantes parceiras do projeto ao incentivar a reabilitação dos presos por meio de uma metodologia não convencional, porém que tem se mostrado altamente eficiente. Juízes que já passaram pelas referidas varas como Sérgio Willian Domingues Teixeira e Sandra Silvestre continuam de alguma forma ligados aos projetos por acreditarem nessa alternativa de ressocialição. "O prêmio é, na verdade, um reconhecimento que vem coroar o trabalho. Mas o que fala mesmo a respeito desse trabalho são as diversas vidas que ele resgatou. Isso faz toda a diferença. Do tempo em que estive na VEP e de todo o esforço e energia investidos, os que foram dedicados a esse trabalho foram, sem dúvida, as mais gratificantes, tanto que Sérgio e eu estaremos sempre ligados a ele", completou a magistrada.

Fonte: TJ-RO

Autor: TJ-RO

Newsletter

FanPage